A cada 29 de Julho completa-se mais um ano da tua ausência (só a física, pá) deste bairro sem ruas nem casas, porém cheio de gente que te tem presente em cada palavra que escreve, em cada vírgula ou em cada qualquer outro sinal com que pontua uma frase. Gente que te adora, gente que não te esquece, gente que tantas vezes inspiraste e desafiaste, gente para quem foste uma fonte de amizade e de inspiração sem fim. A tua memória acompanha-nos sempre a cada e em todos os momentos; todavia e por isso mesmo é que a cada 29 de Julho a tua lembrança se torna mais forte, mais próxima de todos nós que te amamos. Um abraço (e 1 xôxo).
Este ano 2018 não tem sido nada que preste (à excepçõn do facto relevante -e que bastante valorizo- de estar vivo). Numa breve reflexão sobre os últimos meses pasmo como tanta coisa desagradável é possível acontecer num curto espaço de meia dúzia de meses. É certo que de trás já se viam alguns sinais mas porra, também não era caso para chegarem todos ao mesmo tempo. Se ainda fosse o euromilhões (onde tenho aplicado irregularmente alguns €uros, vá que não vá; mas qual quê! À parte dois ou três últimos prémios (num total por atacado de 8,14€), nada que se veja de facto. Mas este meu texto não é propriamente para um desenrolar de lamentos; é somente para dizer que ainda estou vivo (àh, já disse ali acima), e sobretudo para agradecer à Janita o post que me dedicou no seu cantinho, e que é 1 mimo, quer o post, quer o cantinho. Obrigado pá!