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RIR É BEM MELHOR!!!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

Se...

Burro sou eu?

Se eu pudesse

Tinha um burro

P’ra passear em Lisboa,

Ver alfama e o castelo,

Ir à lapa e á Madragoa.

 

Ver as “tias” de Cascais

Olhando-me com “pavor”,

E os “queques” a gritar

Ai k’órror!!, Ai k’órror!!

 

E se tivesse vontade

Á INVICTA podia ir,

Saindo um mês “em antes”

E chegando no a seguir!

 

Podia nele montar em pelo

Ou então bem arreado,

Umas vezes de bengala

Noutras vezes de cajado.

 

Não tinha prioridade

Em rotunda ou cruzamento,

Mas seria bué de gozo

Passear de jumento.

 

Não paga o selo anual

E de seguro é isento.

Não tem chapa de matrícula

E não polui ambiente.

 

Não consome gasolina

Nem passa na portagem;

Nem tem que mudar óleo

Entre cada quilometragem.

 

Como gosto de animais

Ao burro tratava bem,

Mesmo levando  mais dum mês

P’ra ir a Santarém!

 

Mas não tendo condições

P’ró animal possuir

Conto-vos o meu desejo

E já sei: só se vão rir!

ONTEM, HOJE e AMANHÃ

20251021_164953.jpg

Hoje fui almoçar fora de portas. Um casal açoriano, amigos de longa data, atracaram em Lisboa num cruzeiro mediterrânico, desejosos de degustar coisas que o sacana do cruzeiro não inclui: sardinhas assadas, bacalhau à lagareiro, febras no churrasco ou até um singelo chouriço flamejado, (que é como quem diz: "queimado" no álcool para apurar a textura). E foi um excelente encontro/almoço, que nos satisfez na íntegra. Eles voltaram ao paquete ali para os lados de Santa Apolónia e eu ao conforto do galinheiro. Não foi exactamente um acontecimento de nível interplanetário, porém para nós foi. E o próximo almoço vai ser na Horta/Faial. e esse é que vai ser, literalmente, fora de portas.

Ontem aconteceu na Ericeira e amanhã será em Alcochete. A próxima será na Horta. 

a JUSTIÇA?

A justiça pode ser cega mas surda não é; e hoje confirmou-se! Os 2 anjinhos que acreditaram ser mais do que isso, talvez querubins, e por isso decidirem que podiam cantar o HIno Nacional como lhes desse na gana. Erraram e foram alvo e muitas críticas por gente séria e devidamente abalizada para o fazerem. Decidiram contudo que uma humorísta de "palmo e meio" seria a melhor fonte de rendimento para uma indeminização milionária e, vai daí, processaram-na! Se o podiam fazer?, Sim, podiam! Mas deviam? Comparando o Hino Nacional cantado conforme os dois exemplos aqui abaixo mostrados, poder, podiam porém talvez não devessem; mas isto é só a minha opinião.

 

CLAUDIA CARDINALE

Claudia Cardinale (1938 – 2025)Esta morena de olhos grandes, castanhos, profundos,

de lábios carnudos, sensuais e de cativante sorriso,

foi um ecantamento, uma paixão, um amor e um fervor

vividos nos tempos quando a mente despertava

para outros valores e ansiava por momentos felizes,

jamais imaginando que tamanha beleza acabaria sem aviso.

RUAS SEM VIDAS

aldeia P1050981.JPG

Ruas desertas

de portas abertas,

de casas vazias,

de gente ausente.

Os risos morreram!

Resta o silêncio

que é dor e tormento

e um sentido queixume

dum profundo lamento.

Nesta terra sem sombra nem vento

só a chuva, pingando, salpica as lajes

das saudades dos tempos vividos

em cada um desses momentos!

ROBERT REDFORD

Cada vez vão sendo menos os meus heróis cinematográficos, aqueles que me fizeram viver dramas, aventuras e comédias, em lugares que nunca imaginei existirem e que jamais visitarei. Robert Redford foi um dos que me fizeram companhia desde a adulescência e de que já poucos restam; talvez menos do que uma mão cheia deles. Para este chegou o dia do último aplauso e do "cair do pano", muito embora os aplausos nunca terminem verdadeiramente, porque um fim não tem que ser O FIM e enquanto fôr lembrado não estará definitivamente morto.

 

Os TEMPOS do TEMPO

Tempos P1050977.JPG

O tempo passa, e passa, e passa, e quando damos por isso percebemos que muito do nosso tempo já passou. Talvez seja exagero mas vendo bem já passou tanto tempo desde o tempo em que o tempo não nos pareceu importante que agora, olhando o tempo que temos parece que não vamos ter tempo para fazermos tudo o que em tempo não tivemos tempo de fazer. Mas ao mesmo tempo que gasto tempo dissertando sobre o tempo percebo que estou perdendo tempo com o tempo que me podia ser útil quer agora, quer noutro tempo quando o tempo me pareceu tempo sem tempo. E é com o passar deste tempo que o tempo se me vai acabando sem me dar tempo para ter mais tempo.

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