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RIR É BEM MELHOR!!!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

E OS CULPADOS?

Tal como no caso dos chapéus, culpados há muitos mas tudo depende da culpa, de quem é o culpado e do que é que é culpado.

Hoje, 17.Julho, ouvi/li que o governo já indemenizou as famílias dos que morreram devido à derrocada da estrada entre pedreiras, em Borba. A mesma notícia revela que os responsáveis (se apurada a culpa no caso de serem encontrados na sequência da investigação que continua a decorrer), serão obrigados a devolver ao governo (ou estado? é tudo o mesmo ou...?) os valores agora pagos.

Então e não é que logo pensei em gestores bancários? Será que também eles serão obrigados a devolver ao governo/estado os valores pagos para manterem os seus bancos a funcionar (mal) em virtude das suas péssimas gestões e, por isso, em risco de falência?

E os super-visores bancários? Estes coitados assoberbados com a correspondência será que podem pedir reembolso pelos gastos em selos e sobrescritos? Ou deveriam devolver na totalidade as remunerações que usufruiram, por não terem feito o que tinham obrigação de fazer?

O Político

Já os políticos (sempre culpados, evidentemente) terão algumas atenuantes devido à conjuntura que sempre (ou quase sempre, o que vai dar no mesmo), acontece e os impede de cumprirem o que prometem. Mas há uma coisa que nunca sabemos: é aquela coisa das moradas falsas; quando são descobertas será que eles/elas devolvem os valores recebidos ou, à boa maneira portuguesa, fica tudo em águas de bacalhau?

Nestes casos os presidentes da Assembleia não tem nada a dizer?, não tem nenhuma forma de agir? Mas o dinheirinho não é o deles porque haveriam de se preocupar...

Tal como no caso dos chapéus, culpados há muitos porém e sem surpresa, há culpados que são mais culpados que outros.

COISAS QUE ELES DIZEM (*)

Locutor 01

Quando por razões diversas assisto a emissões televisivas aprendo fases e ideias que jamais pensaria ouvir de profissionais da palavra, isto é, dos locutores/jornalistas que entram casa adentro para contarem o que se passa pelas redondezas, ou seja, desde a minha rua até ao fim do mundo. (só deste mundo; não venham cá com outras ideias...)

Eis as  pérolas algumas das quais ditas pelos mais conceituados da nossa praça (e que as repetem actual e constantamente); quem estiver atento decerto que as ouvirá.

- ... é algo kadóro (em vez de: que adoro).

-... ukékagora vão fazer? (em vez de: o que é que agora).

-... é algo que nakérkakábe (em vez de: não quer que acabe).

-... fazer konkája... (em vez de: fazer com que haja).

-... que segredos tarão ainda por descobrir (em vez de: que segredos estarão ainda...).

-... estou aqui neste lugar onde me encontro... (onde senão aí mesmo?).

-... matou ao todo pelo menos 12 pessoas (era suposto matar mais? menos?).

-... sempre constantemente... (ou: de vez enquanto, alternadamente?).

-... agora neste momento... (ontem? amanhã? ou talvez depois?).

-... assegurar a segurança. (em alternativa a ???).

-... está aqui um barulho muito ruidoso... (o contrário de um silêncio que não se ouve?).

-... Santa Maria, a ilha mais velha dos Açores. (ao invés da azinheira que não sabia a idade?).

Sei que noutros tempos os jornalistas escreviam os textos das notícias que depois liam frente às câmaras. Hoje (há quem diga: hoje em dia) são outros que escrevem e os ditos "pivots" são uma espécie de papagaios, ignorando previamente o que vão transmitir frente às câmaras. Isso explica os erros de linguagem que cometem mas não os justifica porque eles são (ou deveriam ser) profissionais da palavra e não meros (já o disse) papagaios.

(*) como já estou farto de ouvir sublinhados ditos correctos para supostamente não ferirem susceptibilidades de géneros este título é global/genérico. Quem não gostar assim peça outra coisa; um peito de frango grelhado ou uma salada com tofu, por exemplo.

A VIDA SÃO 2 DIAS (ou nem tanto)

De quando em vez cai-me em cima a lembrança dos amigos que já se foram e de cuja falta não consigo libertar-me. Bem, libertar-me liberto-me, porém eles continuam a faltar-me quando recordo os momentos em que juntos nos entendíamos, festejávamos e discutíamos porque... sei lá, por qualquer coisa sem relevância e que rapidamente esquecíamos. Eis que uma borboleta me entra casa adentro (despertando na Migas um ladrar entusiástico como se de um verdadeiro e perigoso assaltante se tratasse). Tentei apanhá-la mas sabendo de como são frágeis desisti. Afinal elas vivem tão pouco... consta que algumas completam o ciclo de vida em 24 horas... tenho a certeza que já li sobre isto; vou esgravatar os arquivos e depois mostro.

imagens copiadas de: https://super.abril.com.br/ciencia/borboletas-estao-sendo-envenenadas-por-causa-do-aquecimento-global/

 

OS SANTOS...

... as marchas, as sardinhas e o resto.

Das 4 opçõns sou sobretudo pelas sardinhas e pelo resto. Não porque seja contra as marchas e por não acreditar em santos. É unicamente uma questõn de preferência. Porque saborear umas sardinhas assadas e uns copos de tinto em boa companhia, é bem mais interessante (e saboroso) do que ver passarem as marchas (*), por mais "santas" que elas sejam! Todavia e porque a tradição ainda é o que era (ou uma evolução do que foi), aqui deixo do que me lembro e de parte do que é possível espreitar pelo youtube. https://youtu.be/E3hCZSqw91Q

Para saber mais é só passar por aqui: https://koktell.blogs.sapo.pt/as-marchas-em-lisboa-258368

(*) passarem as marchas: expressão popular que em Lisboa têm (tinha) duplo significado/gesto.

DOMINGO à TERÇA-FEIRA

Image result for dias da semana em portugues

Hoje é terça-feira, mas podia não ser. Ontem, por exemplo, não foi terça-feira e daí não veio nenhum mal ao mundo. Por isso hoje até podia ser quinta-feira ou sábado ou até mesmo terça-feira (esta ou outra), e deste facto nada se altera no mundo. Apesar de toda esta minha despreferência gosto mesmo é dos domingos. É verdade que tanto se me dá que o domingo calhe a uma terça, ou quarta, ou noutro qualquer dia, até ao domingo porque o domingo é o meu dia de eleição; e até pode ser todos os dias da semana para ficar esparramado na cama até mais não, sobretudo no inverno quando chove lá fora (acho que há uma canção com este tema), mas também no verão quando o calor aperta e "manda" toda a gente para a praia e eu aqui deitadinho na penumbra de um quarto com os estores corridos tendo por companhia umas cervejinhas frescas e uns camarões grelhados que lhes (e me) vieram fazer companhia.

Hoje é terça-feira? Não quero saber; para mim hoje é domingo!!!

imagem copiada de: http://inglesenxuto.com.br

JAZZ é JAZZ

Quando falamos de JAZZ há sempre quem diga que o JAZZ não é um todo, é como se fosse um: JAZZ há muitos... E no entanto, ouvindo bem "a coisa", JAZZ há só um independentemente das nuances que possa apresentar. É mais ou menos assim como os "xutakes" que ao norte soam de uma maneira diferente dos do sul. Isto vem a propósito deste vídeo que dirão alguns ter pouco de JAZZ; é uma questão de opiniõn. (e de ouvido)!

12 ANOS de BLOG

Doze.png

Estava o Maio de 2007 terminando quando eu aconteci. Foi no dia 29 logo depois do almoço e, diga-se a verdade, sem grandes perspectivas futuras em virtude de ter sido gerado por um triunvirato (entretanto desfeito) a saber: a Kuak, o NCK e o Kok. Deles resta o Kok, uma espécie de galo mal amanhado, (com ideias +ou- engraçadas e laivos aparvalhados) que me vai alimentando com textos que muitas vezes não se entendem. Vou-me mantendo nesta rua blogosférica com a esperança de que ele, o Kok, dê continuidade à minha existência (mesmo que com as tais ideias), e que os comentários dos blogs amigos que me ajudam a viver, se mantenham. Mais não posso fazer, ou melhor, nós BLOGS mais não podemos fazer, né?

Aliás o facto de somente uma semana depois o gajo se ter lembrado da data do meu aparecimento é revelador de quão periclitante é a minha existência.

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