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RIR É BEM MELHOR!!!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

O REGRESSO

De regresso a casa!! Foram dias, foram noites, foram tormentos e lamentos e outros elementos que me levaram por ali e além, e por acolá também. Mas como não há mal que sempre dure e bem que não acabe, estou de volta (ou como diria o "outro": i'm back!). Isto dum gajo ser um organismo composto por outros organismos que por sua vez estão organizados num equilibrio (+ ou -) perfeito porém periclitante, ser susceptível de sofrer um acidente  devido a um pequeno abuso (pormenores que acontecem, sobretudo em tempo de festas), é uma chatice! Mas como viver sem esses pequenos abusos? Quem gosta de comidas sem sal? Nem os que estão doentes. O pior de tudo foi a obrigação de ingerir uma canjinha. Senti-me um verdadeiro canibal e deu origem a vários pesadelos nocturnos onde não faltaram gritos e berros provocando grande alvoroço no galinheiro de circunstância. É uso dizer-se: ano novo, vida nova! Pois que seja nova mas que não seja insonsa!

A CAIXA DE CARTÃO com recheio

Nesta passagem de ano deixei-me das tradições habituais: nem cuecas azuis (nem doutras cores), nem passas, nem dinheiro na mão (os 20€ nunca mais apareceram), nem demais etecetras, que da última vez a coisa não correu bem. Desta vez fiquei-me pelo "trivial e croquetes" na companhia de uma amiga douriense recheada com duas "amigas"!

EU ESTIVE ONDE ELA ESTEVE COM O RECHEIO QUE LÁ ESTAVA.

Esteva dois  P1040787.JPG

AGORA ESTOU ONDE ELA ESTÁ SEM O RECHEIO QUE LÁ ESTEVE!

Esteve zero  P1040789.JPG

PARA TODOS UM 2020 DO MELHOR E QUE + DESEJEM.

NATAIS HÁ MUITOS

Há tantos que já lhes perdi o conto. Não me lembro de todos mas recordo uns quantos; uns que foram divertidos, outros que nem por isso e outros ainda que são de esquecer. Cada Natal é cada vez mais electrónico e o menino Jesus já apareceu de fato espacial recusando a mangedoura empalhada trocando a mamada na mama materna por um shot de áraque no que foi acompanhado pelo padrasto (que nunca se negava a emborcar tudo o que não fosse água). Neste ano adivinho um Natal "morno", sem relevantes motivos para comemoraçõns, excepto o facto de continuar vivo, eu e todos os que me acompanham evidentemente. Não é pois de estranhar o diálogo de São José com a vaca do presépio (a que assisti por mero acaso).

são jose e a vaca P1040783.JPG-Òh vaca este ano estás sozinha? E o burro não vem?

-Não! O papa despedio-o e ele emigrou para hollywood; parece que até já entrou num filme.

-Humm, afinal ele burro não é!!!

-Não é não. Burra sou eu que só arranjo trabalho um mês por ano!

Nota informativa: naquele tempo as vacas eram enoooormes

Para todos um bom NATAL!!!

UM DIA CINZENTO

Em tarde fria, de chuva e de vento

Com neve à mistura e um céu cinzento,

Fico à janela olhando a minha rua

Sem vida, sombria, vazia de gente

 

Nem flores,

nem pássaros,

Nem cães vadios

Se vêem nas ruas

Nestes dias frios

 

Quisera ter o poder

E uma paleta de cores,

Para nestes dias tristes

Lhes mudar os humores.

 

Pintava a neve a chuva e o vento

De cores garridas, lindas, brilhantes.

As bolas de granizo não as esqueceria

E coloria cada uma d’alegres cores berrantes.

UM FILME

Image result for passagem para a india Muitos anos passaram desde a 1ª vez (e até agora única) que vi este filme e que logo passou a fazer parte dos tais "filmes da nossa vida".

É impossível não admirar as interpretações das duas actrizes bem como de todos os actores. Este filme é (talvez) o melhor retrato do colonialismo inglês em toda a sua brutalidade e arrogância perante os que não tinham capacidade de os enfrentar nem de se defenderem.

Passagem para a Índia, hoje na RTP memória, obrigou-me a ficar no sofá nesta tarde chuvosa de domingo na companhia de umas belas castanhas e de um tinto saboroso.

Informação extra: há batatas doce no forno, eheheeehhh

A MUDANÇA DA HORA

Pese embora a normalidade das horas mudarem de hora em hora,  a coisa torna-se relevante quando a mudança é da hora de verão para a hora de inverno, coisa de que não gosto e nunca pensei que as horas possam ser diferentes conforme as estações do ano; questiono-me: será que na primavera ou no outono as horas terão melhor sabor e acentuado apreço?!

Dizia eu que o facto em si mesmo origina algumas implicaçõns pessoais como por exemplo o de eu não conseguir explicar à Migas, nem com linguagem gestual, que os momentos da ida à rua são mais tarde do que é habitual. E como sei que ela não entendeu? Porque logo após as variadas explicaçõns matinais, depositou no tapete do meu quarto uma generosa mijadela.

A PORRA

Admito (e desconfio) que escrever sobre “a porra” é suscetível de ser uma grande porra na medida em que a palavra em si mesma concentra muitos significados e alusões diversas, umas mais e outras menos, de sentido pejorativo (algumas mentalidades ditas “mais (ou menos) esclarecidas” assim o dirão).

Devo confessar que a palavra nunca me foi particularmente simpática; já o objecto em si mesmo: “a porra” sempre o detestei por ser precursor de uma actividade de que fui alvo, umas vezes por culpa própria noutras nem por isso, mas que sempre me desagradou : “a porrada”.

Entre outras definições o dicionário da língua portuguesa diz que porra é:

1-pau comprido e arredondado, cacete/moca/porrete (definição que pode por si só levar a imaginação para uma parte anatómica masculina, descontando todavia a referência: “comprido” pois é sabido que chapéus tamanhos há muitos, né?) .

2-coisa ou facto incómodo, irritação e/ou desagrado de qq coisa ou situação.

Como afirmei, este assunto pode dar origem a atitudes divergentes e até a situações polémicas e a confrontos acalorados, capazes de acabar tudo à porrada!

Assim, o melhor é acabar o texto antes que me irrite e “aplique” uma valente cacetada no sacana do computador!

-para mais informações é favor consultar:

"porra", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/porra

§-na imagem a "moca de rio maior" que personifica um tempo que foi uma grande porra!

(nota importante: as imagens no google, na secção: cacetes, nada têm a ver, nem por coincidência, com este texto)

A FAUNA POLÍTICA

Em tempos tivémos um cherne (que depois se percebeu nem para "carapau de gato" servio) que emigrou para outros mares na espectativa de integrar mais apetitosos cardumes.

Agora surge uma garoupa arribada "de mares açoreanos", esta porém mais ladina trouxe consigo cardume já constituído (não fosse o diabo tecê-las) por mulher, filha, genro e mano velho, (gato e piriquito ??). Com um cardume unido só mesmo uma rede de malha muito apertada os poderia pescar, e mesmo assim teriam que ser pescadores bastante mais matreiros do que os que por cá lançam as redes.

Carlos César P1040767.JPG

 

 

 

 

 

 

Que este meu mergulho nas águas políticas das profundezas marítimas açoreanas não seja motivo para ser pescado por algum zeloso socialista que se sinta ofendido mesmo que não concorde com a coincidente expressão facial que as imagem exibem.

Viva a República,o presunto de Chaves, o verde Loureiro e o queijo de São Jorge!

Viva também o tinto alentejano, os enchidos de porco preto e o queijo de Serpa!

E viva eu sempre disposto a provar de tudo isso!

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