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RIR É BEM MELHOR!!!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

UM FILME

Image result for passagem para a india Muitos anos passaram desde a 1ª vez (e até agora única) que vi este filme e que logo passou a fazer parte dos tais "filmes da nossa vida".

É impossível não admirar as interpretações das duas actrizes bem como de todos os actores. Este filme é (talvez) o melhor retrato do colonialismo inglês em toda a sua brutalidade e arrogância perante os que não tinham capacidade de os enfrentar nem de se defenderem.

Passagem para a Índia, hoje na RTP memória, obrigou-me a ficar no sofá nesta tarde chuvosa de domingo na companhia de umas belas castanhas e de um tinto saboroso.

Informação extra: há batatas doce no forno, eheheeehhh

A MUDANÇA DA HORA

Pese embora a normalidade das horas mudarem de hora em hora,  a coisa torna-se relevante quando a mudança é da hora de verão para a hora de inverno, coisa de que não gosto e nunca pensei que as horas possam ser diferentes conforme as estações do ano; questiono-me: será que na primavera ou no outono as horas terão melhor sabor e acentuado apreço?!

Dizia eu que o facto em si mesmo origina algumas implicaçõns pessoais como por exemplo o de eu não conseguir explicar à Migas, nem com linguagem gestual, que os momentos da ida à rua são mais tarde do que é habitual. E como sei que ela não entendeu? Porque logo após as variadas explicaçõns matinais, depositou no tapete do meu quarto uma generosa mijadela.

A PORRA

Admito (e desconfio) que escrever sobre “a porra” é suscetível de ser uma grande porra na medida em que a palavra em si mesma concentra muitos significados e alusões diversas, umas mais e outras menos, de sentido pejorativo (algumas mentalidades ditas “mais (ou menos) esclarecidas” assim o dirão).

Devo confessar que a palavra nunca me foi particularmente simpática; já o objecto em si mesmo: “a porra” sempre o detestei por ser precursor de uma actividade de que fui alvo, umas vezes por culpa própria noutras nem por isso, mas que sempre me desagradou : “a porrada”.

Entre outras definições o dicionário da língua portuguesa diz que porra é:

1-pau comprido e arredondado, cacete/moca/porrete (definição que pode por si só levar a imaginação para uma parte anatómica masculina, descontando todavia a referência: “comprido” pois é sabido que chapéus tamanhos há muitos, né?) .

2-coisa ou facto incómodo, irritação e/ou desagrado de qq coisa ou situação.

Como afirmei, este assunto pode dar origem a atitudes divergentes e até a situações polémicas e a confrontos acalorados, capazes de acabar tudo à porrada!

Assim, o melhor é acabar o texto antes que me irrite e “aplique” uma valente cacetada no sacana do computador!

-para mais informações é favor consultar:

"porra", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/porra

§-na imagem a "moca de rio maior" que personifica um tempo que foi uma grande porra!

(nota importante: as imagens no google, na secção: cacetes, nada têm a ver, nem por coincidência, com este texto)

A FAUNA POLÍTICA

Em tempos tivémos um cherne (que depois se percebeu nem para "carapau de gato" servio) que emigrou para outros mares na espectativa de integrar mais apetitosos cardumes.

Agora surge uma garoupa arribada "de mares açoreanos", esta porém mais ladina trouxe consigo cardume já constituído (não fosse o diabo tecê-las) por mulher, filha, genro e mano velho, (gato e piriquito ??). Com um cardume unido só mesmo uma rede de malha muito apertada os poderia pescar, e mesmo assim teriam que ser pescadores bastante mais matreiros do que os que por cá lançam as redes.

Carlos César P1040767.JPG

 

 

 

 

 

 

Que este meu mergulho nas águas políticas das profundezas marítimas açoreanas não seja motivo para ser pescado por algum zeloso socialista que se sinta ofendido mesmo que não concorde com a coincidente expressão facial que as imagem exibem.

Viva a República,o presunto de Chaves, o verde Loureiro e o queijo de São Jorge!

Viva também o tinto alentejano, os enchidos de porco preto e o queijo de Serpa!

E viva eu sempre disposto a provar de tudo isso!

Dia 10 do 10: eu a MIGAS

Faz hoje 9 anos que nasci. A minha mãe, uma cadela alentejana de Santiago, pariu-me num canto do quintal, a mim e a mais sete (de que nunca mais tive notícias). Passados quase 3 meses vim parar a este galinheiro com cama e mesa garantidas. Nem sempre a mesa é a que mais me agrada todavia a cama é do melhor, sempre limpa e diariamente sacudida.

Migas P1040750.JPG

Migas P1040764.JPG

Ainda heide perguntar à MANU desta coisa dos números e das datas; será que têm significado também para canídios? E como em 2020 serão 10 vezes 3, cheira-me a algo extraordinário! Estarei errada? Manu, esclarece-me!

O TEMPO e AS HORAS

Eram duas horas e meia?

Seriam seis horas e dez?

Não importam as horas que são,

Não importam as horas que passam,

Nem os minutos que as acompanham.

Nem o vento que sopra, agreste,

Nem a chuva que cai de mansinho.

Importa o tempo das horas

iguais em todo o seu tempo,

porém com tempos diferentes,

porque cada tempo tem a sua hora!

Há horas de amar e de odiar,

Horas de rir e de chorar,

De fugir, de ficar e de correr.

Há horas de chegar e de partir,

De abraçar de beijar ou de repelir.

Há horas de sonhar e de pensar.

Há horas de ideais e de frustrações,

Dos maus momentos e das boas recordações.

São as horas do estar, e do falar.

São as horas do ver e do olhar.

São as horas de sofrer de lutar e de morrer!

Mas são sobretudo as horas do querer

As que mais importam viver.

3 SEMANAS

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de súbito caiem-nos em cima, uma após outra, três semanas de dor, tristeza, revolta e raiva porque não estávamos à espera, porque consideramos que é uma injustiça, porque não queremos que aconteça apesar de sabermos que, mais tarde ou mais cedo, vai acontecer. Desta vez fui eu o escolhido e nem sei porquê pois normalmente e pelo que sabemos os escolhidos são (ou têm sido) seres tementes a Deus e a outras temências de que desconheço mais de metade.

Vamos lá ao cronológico da coisa começando pela última semana:

III

Hoje morreu o Jack (um caniche)! Depois de catorze anos vividos com os pais adoptivos (a Patrícia e o Nuno) e que sempre o acarinharam e lhe deram a liberdade necessária à sua condição, nunca lhe sonegando os passeios diários pelas redondezas e que ele aproveitava para se libertar dos produtos que quer o intestino, quer a bexiga, estavam decididos a expulsar e faziam-no com regularidade diária.

II

Na segunda semana e ainda não refeito da primeira foi-se o Abel, um amigo de muitos anos (+ de 40), que de manhã e do “lado de lá” do balcão me servia o café (bica para uns e cimbalino para outros). Não será difícil termos como amigo alguém que durante anos e todos os dias nos atura todas as manhãs; mas que sistematicamente o faça com um sorriso nos olhos e um jovial “bomdia” obriga-nos a (forçou-me a) olhar o Abel para além do balcão que, na verdade nunca nos separou; pelo contrário. E foi este amigo que se foi. Não estava doente mas pelos vistos não é imperativo estar doente para morrer.

I

Era uma tarde como outras. O sol brilhava, a temperatura não era muito alta e o vento timidamente fazia esvoaçar as muitas folhas secas caídas sobre a erva que ladeava os caminhos terrosos que percorrêramos de manhã e que agora repisávamos mais lentamente por carregarmos o cansaço do dia. À chegada alguém pergunta: vocês viram a Fernanda?

Olhámos uns para os outros (interrogativos e ar de meio aparvalhados) procurando uma resposta que ninguém tinha. As questões sobrepunham-se e as resposta não surgiam.

-Temos que voltar para trás;

-Temos que a procurar;

-Temos...

E fomos, e procurámos e nada de Fernanda. Até que alguém questionou:

-Mas ela foi connosco?

Atónitos e incrédulos afirmámos que sim mas, sinceramente, sem grande convicção. E a verdade é que ela não tinha ido connosco e ninguém tinha percebido. Na azáfama daquele passeio a pé preparado ao pormenor com meses de antecedência, nenhum de nós (nessa manhã) deu pela falta de uma amiga que na noite anterior nos dissera:

-Não me me sinto muito bem; vou-me deitar cedo. E foi!

Morreu durante a noite, acreditamos que calmamente sem perceber que morria.

Mas não é justo!

Não é justo perdermos amigos apesar de sabermos que nalgum momento os perderemos e, também, que nalgum momento eles nos perderão.

 

Com tantas semanas que há no ano para acontecerem coisas, tinham que me acontecer estas 3 em 3 semanas seguidas?

Porque raio de carga d'água fui escolhido?

Não é justo!

AS PRIMEIRAS CHUVAS (de Outono)

gotas de chuva P1040582.JPG

As primeiras gotas de chuva prenderam-se nas folhas verdes de uma vulgar planta de que desconheço o nome; nem sequer o que lhe foi dado pelo latim que entendeu chamar nomes a todas as plantas (e também aos animais) mas de modo a que os próprios não percebessem. Por exemplo uma alcachofra:  diz o tal latim que é uma

Cynara cardunculus

Ora sinceramente, digam lá que mãe seria ela se fosse capaz de chamar à sua querida filha, recentemente brotada do seu caule, cynara cardunculus? Como se já não bastasse chamar-lhe cynara ainda por cima apelidá-la de cardunculus! Francamente!!

É por estas e por outras que nunca gostei do latim!

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