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RIR É BEM MELHOR!!!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

CONTRA A CRISE...

ilustração de:COUVESPARATODOS.BLOGSPOT.COM

As minhas primeiras medidas contra a crise: vou-me dedicar à agricultura!

Já tenho coentros a crescer num vaso, numa marquise virada a norte.

Já comprei uma Renault Traffic sem motor, onde penso fazer criação de patos para aproveitar umas sacas de arroz que ganhei numas rifas nas festas do Ramalhal.

Primeiro dou arroz aos patos.

Depois irão ambos para forno com umas rodelinhas de chouriço por cima.

Também há quem lhe chame linguíça. (não é, nortenhos?)

As galinhas é que não!

Porque me são precisas (também) para a diária de ovos.

Estou igualmente com ideia de fabricar uns queijinhos e por isso tenho que me decidir ou por uma ovelha ou então uma cabra; mas as cabras não são de fiar pois andam sempre “de cornos no ar” e as ovelhas são umas lanzudas...

Ainda não sei bem!?

Já também encomendei um forno para cozinhar a lenha umas pizzas (dizem que são melhores), e umas entremeadas. E carcaças! E brôas das vintes.

Quanto ao poliban e ao bidé (é assim que isto se escreve? raio de estrangeirismos), não sei se plante lá umas "cinoiras", “ciboilas”, tomates e “pipinos” ou se deixe ficar como está para me ir lavando enquanto tiver dinheiro para pagar a água.

SAGRES (2)

Algumas das fotos que fiz durante os dias que estive em Sagres. Já havia bastante tempo que lá não ia e foi sem surpresa que vi grandes novas urbanizações, bares, restaurantes e supermercados, e (também sem surpresa) lojas chinesas. Restam sensivelmente iguais as praias, o cabo de S. Vicente e a Fortaleza (entrada 3€ por adulto) e a forte ventania que está presente 24 horas por dia.

No cabo S. Vicente comprei figos torrados com amêndoas, alfarrobas e figos secos (estes, doces como mel)! Pode não vos dizer nada, mas estes são sabores da minha infância, tal como favas e grãos de bico (secos) e torrados em areia da praia aquecida em fogueiras. (Clicando na foto vão encontrar mais)

CHUVA no VERÃO? NÃO, OBRG.

Não havia pressa nenhuma mas a verdade é que chegou. Chegou a primeira chuva deste mês de Setembro. Não foi muito consistente nem persistente. Talvez tenha vindo somente para chatear aqueles que ainda se espreguiçam pelas praias. Mas também me chateou. É verdade que podia ter saido de casa com casaco e gravata etc., mas não!, saí de polo e jeans como ontem e anteontem e junto dos colegas de trabalho era o único que parecia estar ainda em férias.

Até não desgosto da chuva (manias...) mas porra, no verão...?, num habia nexexidade!

O REGRESSO...

trabalho 25 ilustração de: http://www.fotosdahora.com.br

O regresso ao trabalho, depois das férias, é uma "emoção alucinante". Não porque o trabalho seja interessante mas porque aqueles que estiveram de férias em Maio e Junho (na ganância de sacar o subsídio) e não sairam de casa a não ser para estarem no café lá do bairro polindo cadeiras, querem saber todos os pormenores; onde estive e com quem, como estava o tempo, qual o bronzeador que usei, se haviam muitas gajas giras, (e gajos? e gajos?, insiste sempre a recepcionista), que petiscos comi e finalmente: o que trouxeste para o pessoal?

Com excepção da última parte, exagerei o mais que pude em tudo. Acredito que acreditaram. Mas se não acreditaram também pouco importa. Afinal o que mais desejavam saber era o que eu tinha trazido para a malta. Não vou dizer aqui mas garanto que gostaram.

ACABARAM-SE...

Acabaram-se as férias (por agora). Isto é uma grande chatice porque quando um gajo está no melhor, já ambientado e com aqueles contactos diários que perspectivam umas noites de agradáveis promessas com grandes hipóteses de concretização, tungas!, acabaram-se as férias e um gajo tem que regressar à base. Dizem-me: tu és muito lento!

Admito! Mas isso deve ser impedimento para alcançar o objectivo? Não! O que tenho é que negociar uma férias prolongadas, coisa que o patronato não concede por manifesta ignorância e incapacidade de perceber os traumas e as necessidades dos que de facto trabalham. Sim, porque se eu fosse um director geral ou um daqueles gestores dos quadros superiores...

Dizem-me: invejoso...

Admito! Mas isso deve ser impedimento para...

Dizem-me: Já te estás a repetir! Cala-te e vai trabalhar pá...!

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