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RIR É BEM MELHOR!!!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

IMPROVISOS

Tenho que agradecer à Cris que me indicou o caminho para esta rapaziada, muito boa, e que dá uns óptimos quadros improvisados na hora. Adorei e não quis deixar e partilhar. Porque rir é bem melhor, deliciem-se e abasteçam-se para melhor enfrentarem o PEC. Bom fim de Semana.

HIPNOSES APLICADAS

Há coisas que são intuitivas. Ouvimos falar nelas e acreditamos que existam. Ponto! Outras nem por isso. Umas porque desconfiamos que “não sejam bem assim” e outras porque sabemos serem improváveis de acontecer. E às vezes temos surpresas.

Numa pesquisa que fiz hoje dou de caras com (salvo seja) com o blog:

http://evolutionbody.blogspot.com/2008/04/aumento-de-seios-por-hipnose.html

Fiquei curioso, já que sou apreciador de…, digamos: de hipnotismo.

O assunto não está muito detalhado, mas não deixa de ser surpreendente. A ser verdade não sei se tal técnica é passível de ser aplicada noutras regiões anatómicas mas estou mesmo tentado a cursar umas aulas de hipnotismo. Não que eu precise ou tenha razões de queixa. É meramente um contributo para o meu currículo vitae.

LISBOA VIVA?

Raramente ando de comboio. Mesmo para ir a Lisboa. Mas eis que surgiu a necessidade e lá fui. Fiquei surpreendido quando fui obrigado a comprar um "passe" de 0,50€ mais o custo do bilhete. E com a informação de que o tal "passe" tem a validade de um ano. E que se eu não quizesse largar os 50 cêntimos não podia adquirir o bilhete. E não adquirindo o bilhete seria multado caso viajasse no comboio. Ou seja, a empresa dona dos comboios por cada passageiro tipo eu obriga ao desembolso de mais 50 cêntimos sem (acho eu) justificação. Isto é normal? Isto está correcto?

Sinto que fui roubado, e que assisti ao roubo na primeira fila.

COMPUTADORES, PAPIROS, PAPEL E LÁPIS

Não sei o que se passa. Se é uma inofensiva coincidência, se é unicamente azar meu  ou se são fluídos negativos (fluídos? Bem, adiante). O que é certo é que tenho um computador com soluços, ou tiques, ou alergias. Ou então, com a queda ficou temperamental. Não escreve o que eu quero ou então só escreve o que ele quer. Infelizmente estas duas vontades não são coincidentes. E mais: hoje deu-lhe para resmungar. Quando o liguei emitiu um ronco em crescendo e que se manteve durante uns bons 5 minutos. O que quer dizer que amanhã lá tenho que o levar ao especialista. E penso: como é que fariam os egípicios quando se enganavam nos desenhos? Será que "defecavam" no papiro? A cada dia que passa mais me recordo de como era menos problemático quando, para escrever, só era preciso uma folha de papel e um lápis; a única avaria possível era partir-se o bico do lápis. Moderníces!

SETÚBAL

Aproveitando um dia de sol fui de passeio até Setúbal. Fui salivando pelo caminho na expectativa de comer do "tal" choco frito de que gosto bastante. E comi-o! Acompanhado por um vinho branco bem fresco. Só de me lembrar já estou com vontade de repetir. Glup, glup...

É uma cidade de que gosto e estando tão perto de Lisboa merece a pena visitar; agora há comboio directamente sem necessidade de ir de barco até ao Barreiro.

Clicando nas fotos podem ser vistas em maior tamanho. Já sabiam? Ok!

O VELHO QUE VÊ O FUTURO

Já antes, muito antes, me tinham falado do velho que via o futuro. Eu, que não sou adepto dessas novas tecnologias, não me interessei por aí além. Mas de tantas vezes ouvir referir o tal velho, decidi-me!

Convencido? Nem por isso; mas afinal não devemos duvidar do que não conhecemos. (onde é que já ouvi isto…?). E lá fui eu!
O caminho era estreito, íngreme e sinuoso. Pé aqui, pé acolá, lá fui subindo e com algum esforço cheguei ao cimo de um monte. No alto, uma casa feita de barro ( foi o que me pareceu). O telhado feito de palhas e canas. Espalhados em redor viam-se alguns utensílios agrícolas em adiantado estado de corrosão. Um cão de raça indefinida deitado à sombra da casa nem se dignou olhar-me. Acho que até o ouvi ressonar.
Cheguei-me à porta totalmente aberta e vi no interior, sentado numa cadeira de baloiço, um velho muito velho, vestindo uma t-shirt com um buda desenhado, e uns calções.
Fez-me sinal para entrar. Entrei!
Fez-me sinal para me sentar. Sentei-me!!
Até parecia estar à minha espera.
Sobre a mesa duas cervejas cujas garrafas (“suadas”) diziam: estamos bem frescas.
Até parecia que estavam à minha espera.
Noutra mesinha, junto à única janela existente, dormia um gato preto e branco.
Aceitei a cerveja agradecido. Também eu estava a suar já que a subida do monte fora cansativa.
Perguntou-me ao que vinha. Falei-lhe que não acreditava na “coisa” mas que ouvira dizer que ele via o futuro e por isso quis confirmar…
Interrompeu-me com um gesto brusco e soltando umas quantas gargalhadas, disse-me:
-Eu não vejo o futuro de ninguém; só o meu. Unicamente o meu!
E perante o meu espanto e surpresa gritou:
-FUTURO!
O gato saltou de mesinha e veio, obedientemente, sentar-se-lhe no colo.
-Este é o meu Futuro, que eu todos os dias vejo e alimento.
-….

BOLOS COM CREME

    

Paro o carro mesmo em frente ao café, em cima do passeio, e saí sem me dar ao trabalho de trancar a porta. São sete horas da manhã!
Entro na pastelaria e peço: uma torrada e um chá.
Sento-me.
Ao lado está a montra dos frios onde rodopiam uns bolos abarrotando de cremes: chocolate, chantilly e doce de ovos.
Estes últimos até parecem estar doentes.
Estão todos com uns enfeites retorcidos exibindo fotografias acompanhadas de letras desenhadas. Todos desejam parabéns a alguém.
Aguardam pacientemente.
Sabem que não podem fugir ao destino que lhes foi traçado assim que entraram no forno.
Chega a minha torrada e o meu chá!
Chega também uma cliente gorda com três dobras de gordura à volta do que terá sido a cintura.
Ao colo um cão minúsculo, de olhos salientes, que rosna para tudo e para todos.
De olhos esbugalhados para os cremosos bolos, a gorda começa a babar-se.
E grita:
-Òh Sr. Carlos, quero dois duchaises… não não, é melhor três duchaises e depois traga-me um croissant com creme e um copo de café com leite. Mas com adoçante.
Não aguento mais nada.
Saio rapidamente da pastelaria tossindo desenfreadamente por me ter engasgado com a torrada enquanto pelo nariz esguicha uma porção do chá.
Fico completamente congestionado sem conseguir respirar.
Deixo de ver.
Sinto-me desfalecer lentamente.
Caio mas já nem sinto dor quando a minha cabeça bate no passeio.
Apago-me.
Ainda oiço o Sr. Carlos dizer:
-O gajo nem pagou a despesa…

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