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RIR É BEM MELHOR!!!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

Coisas de putos...

Sou o Joka!

 

Sou pequeno!

Ou seja, sou novito mas também sou pequeno!

Ainda hoje a minha mãe me deu cinco euros para eu ir comprar queijo e pão, e eu fui…

Encontrei o Kiko na rua (o nome dele é Sérgio, mas a gente chama-lhe Kiko), e fomos dar uma volta e tocar às campainhas das portas e a bater nos espelhos dos carros parados.

Os cinco euros nunca mais os vi e quando voltei para casa foi um pandemónio, e ainda agora me doem as nalgas de tanta porrada que levei!

Foram só icons novos:

Cinco euros, viste-los…! E eu, pimba!

Campainhas das portas, foram lá bué de vizinhos queixaram-se à minha mãe…! E eu, pimba!

Espelhos dos carros, pelo menos quatro ficaram partidos e, o pior, os donos viram-me a mim e ao Kiko e tunga, foram fazer queixa… a quem? À minha mãe…! E eu, pimba!

Ora porra! O Kiko que é do bairro lá de cima, safou-se!

E eu?!

Que culpa é que eu tenho de não morar no bairro lá de cima?

Isto não está bem. Eu acho que isto não está bem.

Já com aquilo do espelho da sala eu andava desconfiado que a coisa não estava bem…

Ah não sabem?

Foi assim: eu não sabia porquê mas eu chorava muito de cada vez que passava frente ao espelho; e isto foi logo desde muito pequenito.

Quando eu fiz os meus cinco anos, a minha mãe agarrou em mim e, frente ao espelho, disse-me: oh filho, tu não tenhas medo que o que tu vês ali no espelho és tu mesmo! És tu, pronto!

Ainda andei um bocado desconfiado durante uns meses, a pensar: “tão-me” a enganar…

Mas agora, já percebi tudo!

Também pudera, já estou quase a fazer sete anos…

Bem, agora tenho que ir mesmo comprar o pão e o queijo e vou dizer à D. Elvira do mini-mercado que depois a minha mãe paga!

Não me deu outros cinco euros se calhar pensando que eu os ia gastar no jogo ou assim…

Estes adultos têm cada mania…! Eh! Eh! Eh!

 

HOJE...

... acordei cedo e bem arrependido estou porque queria dormir um bom bocado mais.

Não é que precisasse, mas dava-me jeito porque estou com uma preguiça danada e doiem-me as costas de ontem ter andado a "acartar" garrafões de vinho para um pick-nick.

A propósito de pick-nick, ainda vos hei-de contar o dito cujo do Alfredo, mas hoje não!

A propósito, que dia é hoje?

Bem, vou tomar um banhito (de sol...) e já volto!

As visitas que chegarem é favor sentarem-se. Nada de "cirimónias..."

ROUBO DESCARADO

Confesso!

Roubei esta informação duma "rede internacional cientifica e bem conceituada"!

Como atenuante e em minha defesa só posso dizer que complementa a notícia do casamento do velho!

«o mundo investe cinco vezes mais em fármacos para a virilidade masculina e no aperfeiçoamento de silicones para as mulheres, do que na procura de uma cura para o mal de Alzheimer. Ou seja, daqui a alguns anos teremos velhas de grandes e firmes mamas e velhos sempre de pau feito, mas... que não se vão lembrar para que serve tudo aquilo»

Até parece que sou bruxo !!! (EHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEH)

Se acreditarem muito, isto é 1 poema!

VENDO…[1]
 
Vendo uma tristeza de hoje,
Vendo uma alegria com dois dias;
Vendo uma mágua de anos passados,
Vendo um desgosto de todas as horas,
Vendo o que por mim passa,
Vendo o que me trespassa,
Vendo o que me ultrapassa,
Vendo o que me desgosta,
Vendo o que me encanta,
Vendo o que me espanta,
Vendo o que me “mata”,
Vendo o que me dá vida,
Vendo o que me entristece,
Vendo o que me aborrece,
Vendo o que me alegra,
Vendo o que me acorda,
Vendo o que me adormece,
Vendo o que me faz sonhar,
Vendo o que me faz chorar,
Vendo o que me faz rir,
Vendo o que me sorrir,
Vendo o espelho que me reflete,
Vendo tudo isto e mais aquilo,
Também vejo que vou morrer!
Nada posso fazer, nem tenho medo!
Mas tenho pena;
Tenho pena de deixar quem gosto,
De deixar o que gosto,
De deixar o mar, o campo, os cheiros e os sabores,
Os voos dos pássaros e o mugido das vacas pastando no campo,
Das lembranças dos ralhanços que ouvi em criança,
E dos que eu próprio disse a outras crianças,
De nadar no mar todo nu!
De roubar figos à noitinha na quinta da vizinha,
Das amoras que comi e do vinho que bebi,
Dos amores que vivi e dos que morreram em mim,
De tudo tenho pena. De tudo tenho saudades.
Mas vendo bem… tudo valeu a pena.
Mas morrendo … tenho pena!


[1] Gerúndio do verbo ver!

1ª VEZ, Take 3

Não tenho nem uma ideia de como isso aconteceu.

Mas o que é verdade é que aconteceu.

Envergonhado e embaraçado, tenho que reconhecer o meu deslembre, muito embora estivesse também no meu pensamento, desde o início,o teu nome!

E nem que fosse pelo puré !!!!

Daí que venho repor o que é devido:

à SUMMER que pacientemente me atura as parvoeiras!

B & B

à MARIA

Oh Kuak!

Fiquei contente por me teres levado lá para (a tua) casa!

Prometo portar-me bem, não saltar por cima dos móveis, não me aliviar na sala nem de baixo da mesa, e não entrar no teu quarto sem primeiro bater.

Prometo que antes de me deitar lavo os pés e escovo os dentes (os Kok's têm dentes?) da placa! ehehehehe!

Ah, e só cantos às 6 horas da manhã (com uma excepção: às 7:30H tenho que acordar a gotinha)

Beijos (sem bicadas) do Kok

O VELHO CASOU-SE

Pois foi! Para surpresa de todos o velho casou-se apesar de arrastar os pés cheios de joanetes que lhe deformavam os sapatos e também apesar das costas curvadas que lhe empurravam o queixo na direcção dos próprios joelhos!

Casou num soalheiro dia do início do verão (em inglês: summer), e lá estava toda a vizinhança à porta da igreja para os ver. À noiva, que o velho já todos conheciam.

E se é linda: de 18 ou 19 anos, alta e loira, olhos azuis como o céu, busto bem composto e volumoso, ancas arredondadas e de mediana largura e as pernas que saiem da mini-saia são longas e bem torneadas...

Ena, ena, o velho alambazou-se, murmura o Manel da Tasca com os olhos em bico e quase a babar-se... (acho que se babou mesmo).

De táxi, lá vai o velho e a noiva a caminho do resort, para a lua de mel...

Chega a noite e já no quarto, a noiva deitada sobre o leito nupcial, envergando um négligée transparente e de cor azul mordisca uma maçã vermelha, quando entra o velho vestido com um pijama de flanela, às riscas verdes, castanhas e alaranjadas e arrastando os chinelos vem sentar-se na borda da cama; depois de se assoar ruidosamente, pergunta-lhe:

-Ò noiva, o que sabes tu das noites de núpcias?

-Eu!? Nada! Porquê?

-Não sabes nada? Então nunca falaste com as tuas amigas sobre isso?

-Não!

-Nem com a tua mãe? Ela nunca te falou sobre esse assunto?

-Não!

-Então, não sabes mesmo nada sobre o que se faz na noite de núpcias?

-Não!

-Mas que grande porra!! E eu que já não me lembro!

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