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RIR É BEM MELHOR!!!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

De súbito voltei aos "60"

Aconteceu-me ontem, Sábado! Eran 3 de la tarde quando na RTP-Memória se iniciou a exibição do filme "The Ipcress File"; e se para muitos este filme carece de significado, para outros (poucos, decerto) foi emblemático (ou quase). Sentado no sofá assistindo à emissão do filme foi como que uma viagem no tempo: regressei aos anos 60, e voltei a estar sentado numa poltrona no cinema São Jorge onde então o filme foi "estreado".

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Acredito que só quem viveu naquele tempo em Lisboa reconhecerá a importância que este cinema (e outros: Eden, Monumental, Condes, Odeon, Politeama, etc.), teve para com a "malta" que gostava de ver filmes; estes nas estreias e outros nas reprises onde se podiam ver, pelo preço de um, dois filmes: Jardim Cinema,Related image

 Império, Paris, Europa, Cinearte, Avis, Promotora, Royal, etc., etc.

Foi pela sua interpretação neste filme que fiquei (e me mantenho) admirador (diz-se fã?) de Michel Cane, que continua a dar-me prazer em ver actuar.

2017 - 2018

Estou entre dois anus anos o que merece uma comemoraçãozinha, uns momentos de alegria nem que seja engarrafada. Nada tendo contra o facto de SE festejar loucamente a mudança de ano, nesta passagem de 2017 para 2018, e porque me lembro muito bem do incidente de há uma ano, (*) desta vez vou sentar-me no meu canto apetrechando o meu raio de acção de mantimentos, as comidas e as bebidas necessárias para me fazerem boa companhia.(*)

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E escusam de falarem nas tradições, mais disto e daquilo, e das cores e das passas e doutras normalidades inerentes à situaçõn.

Não me levanto!!! Não me levanto!!! Não me levanto!!! Não me levanto!!!

(*)e com a hernia ainda viva o melhor mesmo é ficar quietinho...

(*)http://koktell.blogs.sapo.pt/raios-partam-as-223742

Que todos se divirtam "à tripa fôrra" e tenham um excelente novo ano!

NÕN HABIA NEXEXIDADE...

... de receber tal coisa à laia de prenda de Natal.

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Foi imediatamente antes da ceia, quando estava quase a posicionar-me à mesa, que a recebi: a malvada, a fdp da hernia discal. Larguei um berro de dor acompanhado de muitas e variadas obscenidades (que até fizeram corar as rabanadas, as coibes e a tia Alice, solteirona pouco habituada ao vernáculo), e ali fiquei estático tentando que as dores não se fizessem sentir. Em vão já que não desistiram e me acompanham até hoje, embora muito menos acentuadamente.

Raios as partam!!!

A VACA FELIZ *

-Oh vaca estás tão feliz porquê?

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-Porque está a chegar o Natal...

-Ah... e esperas que o pai natal te traga uma prenda?

-Não! Espero a chegada do burro do presépio porque sei que ele tem uma grande prenda!

-E essa prenda é boa?

-MÚÚÚÚÚÚITO BOA...

*ilustração copiada de: imgur.com

AS PRENDAS e o PAI NATAL

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Mesmo que nunca tenha acreditado na existência do gajo o que é verdade é que já lhe escrevi uma ou duas vezes pedindo-lhe prendas não só para mim mas também para familiares e outros. E porquê? Na verdade não sei bem porquê mas escrevi-lhe numa perspectiva de ideias a considerar mais do que a concretizá-las. Todavia sem resultados práticos já que nunca os meus pedidos/ideias foram atendidos. Este ano nem lhe peço nada! Deixo a mesa composta com doces e licores, salgados vinhos e aguardentes, sonhos e rabanadas, frutos secos e figos cristalizados, e algumas fatias de bolo-rei. E também uns quantos alka-seltzer e ben-u-rons para caso dele precisar. Bom Natal para todos (com prendas ou mesmo sem elas) e para ele também!

A MINHA (NOVA) ÁRVORE DE NATAL

Em tempos catava um pinheirito, levava-o para casa e enfeitava-o com bolas coloridas e fitas e luzinhas que piscavam; passados tempos comprei uma imitação de plástico que enfeitei talqualmente. Hoje o meu pinheirito foi-me orientado por visitantes... do oriente (que surgem no finalzinho do vídeo). O facto da imagem estar deitada é devida à inabilidade do operador de câmara (eu).

Para todos um bom NATAL, com prendas que vos satisfaçam (ou então troquem-nas).

O PAI NATAL ENTRA?

Desconheço a origem da notícia mas garantiram-me ser verdade que este ano o Pai Natal está impedido de entrar na América porque não lhe foi concedido o visto de entrada. O gajo está desolado, triste e acabrunhado (conforme imagem abaixo copiada de: collegehumor.com), e não sabe o que fazer com os presentes que tem para entregar.

 

Sem compromisso sugiro-lhe que passe por cá uma noite destas, (sem esquecer os presentes, que agradecemos antecipadamente). Normalmente há do que comer; hoje foram carapaus fritos que sobraram de ontem (os chamados dum dia para o outro), e para beber há vinho, aguardentes e licores. Só não tenho é palha para as renas porém sempre se podem arranjar umas couibes, xenoiras e ou outras begetais. Aparece pá!!

A PROMOÇÃO

Era um dia normal de trabalho normal, ou seja o ramerrame habitual. Eu estava trabalhando como era normal quando, de súbito, fui chamado ao gabinete do patrão e com a máxima urgência.

"Mau, mau," pensei de imediato; que diabo será que aconteceu?! Lá vem “castanha” pelas costas abaixo… e logo as minhas!

Sem grandes pressas, (não “convém” irmos logo a correr ao chamamento do “dono”), levantei-me e dirigi-me ao elevador subindo até ao quarto piso onde o “boss” tinha o gabinete; a secretária, uma morena alta, bonita e boa, fez-me sinal para entrar, sem bater (?). Estranhei a deferência para quem iria levar uma rabecada, pensei eu; mas enfim, lá entrei.

Encontrei-o de semblante sério mas afável, sentado à enorme secretária, igualmente de boa madeira.

Por cima dos “meios-óculos” de lentes claras e em forma de meia-lua que lhe assentavam quase na ponta do nariz, fez-me sinal com um olhar amisto-so, diria mesmo simpático, para que me sentasse.

Eu estava completamente “à nora”!, confesso que fatalmente surpreendido e não conseguia atinar com um simples pensamento lógico; a única coisa que me ocorreu foi mostrar o mais parvo, o mais idiota, o mais imbecil arremedo de sorriso que em toda a minha vida fora capaz de fazer.

-Senhor José mandei-o chamar, aliás, pedi-lhe para que viesse até aqui com o objectivo de lhe agradecer pessoalmente pela sua dedicação, o seu inexedí-vel empenhamento e extraordinária colaboração de que tem vindo a dar mos-tras durante todos estes anos em que o Sr. permanece ao serviço da nossa fir-ma, a qual sem quaisquer espécies de dúvidas tem progredido graças ao seu nunca regateado esforço. Muito obrigado !!!

Aqui chegados, eu tenho a impressão de que o meu sorriso inicial já se tinha espalhado por todo o meu corpo e alí estava eu, completamente embasbacado e enterrado (ou aterrado?), no enorme sofá que me parecia querer engolir-me. De tal modo que, tenho a certeza, se me tivessem aplicado uma forte biqueirada nos tomates eu continuaria parva e idiotamente a sorrir, todo babado para aquele senhor todo “bem posto” que comigo falava.

-Ora bem, continuava ele, todo mesuras, como não queremos deixar de lhe demonstrar o nosso apreço, o meu pessoal e o da direcção da empresa, decidimos que de imediato lhe vamos triplicar o vencimento, porém considerando rectro-activos desde janeiro último e…

CATRAPUM !!!!

Foi tamanho o berro que eu dei que toda a gente se levantou em alvoroço, acendendo todas as luzes e gritando por socorro, enquanto eu continuava de olhos esbugalhados e estatelado no tapete, no mesmíssimo local onde caira ao tombar da cama.

Completamente taralhouco, via sem ver todos debruçados sobre mim, com excepção da gata que após trepar pelas paredes se mantinha em cima do roupeiro, de pelos eriçados e bufando assustadoramente, preparada para saltar sobre mim caso manifestasse o mínimo ensejo de movimento.

-Oh Zé, o que foi ??, perguntava uma;

-Oh pai, o que é que tens ?? diziam outras.

Eu sabia lá responder; acabara de apanhar um dos maiores cagaços de toda a minha vida. Sim, porque é evidente que “aquilo” fora um enorme pesadelo, daqueles de deixar os pulmões à míngua, todos encarquilhados!

Não me lembro de mais nada daquela fatídica noite; não sei se voltei a dormir, se fiquei no tapete ou se me puseram na cama, se apagaram as luzes ou se houve arraial. Nada, nem a mais leve recordação!

A única alteração que noto é que desde então a gata me olha com desconfiança e sistematicamente procura encostar-se o mais que pode às paredes ou aos móveis, de cada vez que tem que se cruzar comigo.

(texto de Dezembro de 2008, quando a gata "Nuska" ainda era gente viva).

 

EU e a MORTE

 

Eu a morte ou a morte eu? Nestes casos a ordem é absolutamente arbitrária. Ou não, se considerarmos que eu cheguei antes dela e em sequência o título é mais certo do que a alternância. Mas o que interessa mesmo é a morte. Não!! O que interessa mesmo sou eu, porra! É a vida!

(A morte que vá morrer longe; puta que a pariu!!!)

Senão vejamos: eu nunca morri e, tanto quanto posso saber, nada me garante que isso aconteça.

Podem replicar-me: mas toda a gente morre, ao que posso respingar com base em conhecimento de factos verídicos: há muita gente viva e de entre tanta gente muitos há que devem anos à cova e continuam vivos!

Por isso afirmarem-me que, mais tarde ou mais cedo, vou morrer tem a mesma importância que me garantirem que ganharei o €uro milhões só porque de quando em vez “lá invisto” 10€uros.

Recapitulando, não tenho a certeza de que morrerei. O que posso garantir é que estou vivo, (desde à muitos anos), e que assim pretendo continuar.

Logo, se vos constar que morri não acreditem sem antes confirmarem a notícia, no mínimo três vezes junto de fontes idóneas. E a confirmar-se o facto sugiro que estejam preparados para receberem a minha visita em noites de lua cheia (por proporcionarem maior visibilidade) no sossego dos vossos lares. Mas sem sustos; basta-me encontrar sobre a mesa um pratinho com pasteis de bacalhau, umas fatias de presunto e brôa, sem esquecerem uma garrafinha de branco fresco (verde ou maduro tanto se me dá).

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