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RIR É BEM MELHOR!!!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

NAMOROS DE VERÃO

Às vezes acontecem destas, depararmo-nos com crianças com atitudes de adolescentes, na descoberta de sentimentos e aplicando-se, algo ingenuamente, em trabalhos manuais, protegando-se na sombra que um qualquer edifício possa oferecer.

Namoros adolescentes, amores na penumbra

Não sei o que ele lhe disse nem o que ela respondeu e nem isso importa aqui. Sei é que por lá ficaram sempre protegidos pela sombra, alheios às tentativas infrutíferas do (sacana do) Sol, certamente invejoso.

DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA

O Dia Mundial da Fotografia comemora-se anualmente a 19 de agosto, cuja celebração tem origem na invenção do daguerreótipo, um processo fotográfico desenvolvido por Louis Daguerre em 1837.

Mais tarde, em janeiro de 1839, a Academia Francesa de Ciências anunciou a invenção do daguerreótipo e a 19 de agosto do mesmo ano o governo francês considerou a invenção de Daguerre como um presente "grátis para o mundo".

Outro processo fotográfico -o calótipo-, inventado também em 1839 por William Fox Talbot, fez com que o ano de 1839 fosse considerado o ano da invenção da fotografia.

Findo este momento (que fui arrebanhar via google), eis o meu contributo para esta efeméride (não sei porquê mas acho piada a esta palavra): a foto que fiz na estação fluvial na Trafaria enquanto esperava pelo barco que me devolveria a Belém!

Uma perspectiva diferente

E AS MEDALHAS?

Durante anos seguidos os atletas escolhidos pelas suas capacidades e dedicação preparam-se para serem os melhores dos melhores e com isso ganharem o direito de pendurem ao pescoço as medalhas que os glorificam de acordo com as capacidades demonstradas no decorrer dos jogos, os Olímpicos e não quaisquer outros. Por isso são, e bem, rotulados de campeões olímpicos de acordo com as modalidades onde demonstraram serem os melhores, a cada 4 anos diga-se! Os egos pessoais sobressaiem e sobrepõem-se, e bem, ajudando ao mural à moral dos seus compatriotas que sentem que também ganharam, mesmo que só pelo tempo gasto frente ao televisor assistindo em directo à vitória dele ou dela. E neste turbilhão de emoções, de vontades e de compromissos, onde o objectivo de cada atleta é ser mais rápido e ser o primeiro a chegar... aconteceu assim na 1ª eliminatória dos 5.000 metros:

A neozelandesa Nikki Hamblin ajudou Abbey D'Agostino dos EUA, a terminar a prova depois desta cair na pista de tartan completamente desamparada, depois de tropeçarem uma na outra.

«Quando caí, pensei: o que é que se está a passar, porque é que estou no chão?’. E, de repente tinha uma mão no meu ombro a dizer ‘levanta-te, temos de terminar isto

Estou tão agradecida por ela ter feito isto por mim. Quero dizer que esta rapariga mostra o que é o espírito olímpico "aqui mesmo”, contou, já no final da prova, recuperada das suas forças.

Estou tão impressionada e inspirada por ela ter feito isso. Não a conhecia. Isto não é fantástico?.

Esta foi uma verdadeira prova de que o espírito olímpico existe mesmo e as duas atletas merecem todos os aplausos possíveis». 

A concluir: ambas não se classificaram para a final dos 5.000 metros (num evidente desperdiçar de anos de preparação) e no entanto são merecedoras de serem medalhadas; mas isto é só a minha opinião, (opinião sem classificação segundo os parâmetros olímpicos).

O 6 de AGOSTO 2016

ManuCorria o ano de 2011 quando por iniciativa da Libel estivémos juntos pela primeira vez num almoço comemorativo daquele teu aniversário (e que não acabaria sem um desperdício de meia dúzia de cervejas que se espalharam por mesa e cadeiras). Foi um dia que se pode dizer perfeito, (não pelo caso das cervejas mas) porque estiveram reunidos amigos que espontâneamente ali passaram de virtuais  a reais. Hoje completam-se precisamente 5 anos daquela data (replicada em 2015  igualmente perfeita e com novos inscritos) e, evidentemente, não poderia deixar de te felicitar por este teu aniversário HOJE e também de o festejar muito embora sem a tua presença física. Agora que um novo ano inicias desejo que o teu mundo continui sendo preenchido por coisas boas permitindo a satisfação dos teus desejos, um dos quais é (quase tão importante como o respirar): viajar.

PARABÉNS MANU

A ESTUPIDEZ NÃO TEM LIMITES? NÃO, NÃO TEM!!!

Eis que me senti a meio de "uma ponte", sem saber bem se deveria rir ou se deveria chorar. Isto porque o caso é tão estúpido que não consigo decidir-me; e nem mesmo chorar e rir simultanemente me parece adequado! Não que eu seja proprietário de algum imóvel mas imaginar ser coagido a pagar maior imposto só porque a minha eventual/imaginada moradia recebe mais horas de sol do que a do meu vizinho (das trazeiras), e porque está virada ao mar em vez de para a mata (como a do meu vizinho das trazeiras)? Afinal talvez o Zé do Telhado tenha sido alguém avançado para a época em que viveu e, no fim das contas, não seja mais do que o percursor  de outros (letrados, académicos e doutorados) que em diferentes épocas se dedicam ao mesmo ramo de actividade. Pelo sim, pelo não, e na remota hipótese de me decidir comprar uma casinha estou em dúvida: esta ou esta?

 

E com tudo isto dou por mim a pensar: sendo este o princípo do imposto solar quanto tempo faltará para sermos taxados pelo ar que respiramos? Felizes são os peixes que (à parte a poluição) no mar têm o que precisam.

A CAÇA aos POKÉMONES

Para início de conversa devo declarar que nunca cacei nenhum e não estou com ideia de o fazer. Mas toda esta febre de caçá-los por tudo quanto é sítio parece-me um avanço relativamente ao passado recente dos jogos juvenis, porque...

Porque eu fui do tempo em que a rua era o parque de jogos da canalha miúda, ou seja, a rua foi predecessora dos pavilhões multiusos, dos campos de futebol pelados, das corridas  por estafetas (com os lenços à laia dos actuais testemunhos no atletismo) entre outras actividades.

Com a chegada de jogos a dois: eu contra o virtual, não era preciso sair de casa. Era eu e a consola!!!

Surge agora a caça aos pokémones para o que não são necessárias outras armas para além de (tanto quanto sei) um TM devidamente actualizado;

a inovação é obrigarem-vos a sair de casa, sós ou em grupos, e fazer-vos andar na tentativa de apanhar os gambozinos os pokémones que aguardam estáticos, não importa onde, predispostos a serem caçados. Isto é bom?, é mau?, não sei; mas se vos ajuda a sairem do sofá já é um bom começo...

Já pensei: pode acontecer ter algum cá no galinheiro.

Fica o aviso na porta (just in case):

A VIAGEM da TERRA para LISBOA

Eu e as minhas manas viemos da terra para Lisboa. Ainda era noite quando apanhámos boleia numa camioneta de carga. Viajámos entre couves, nabos e sacas de feijão verde, bróculos, tomates e alfaces frescas. Não era muito confortável mas à falta de melhor, sujeitámo-nos.

Vinhamos com grandes perspectivas, muito confiantes de termos mais oportunidades na Capital do que na terra. E foi verdade, já que nesse mesmo dia encontrámos lugar para todas nós na cozinha um restaurante finíssimo onde nos distribuíram pelos diversos departamentos: o das saladas, o das sopas, o das sobremesas e até para a secção dos pickles foram algumas.

Resto eu, esquecida a um canto. Ainda não me deram destino, mas não estou preocupada; se não foi hoje amanhã será!

Eu e as Manas, »» AQUI

The Tall Ships Race - 2016, full sail -1

Ontem palmilhei alguns kilómetros para fotografar veleiros (escunas, barcas e bergantins) e também uma remessa de gente que lá andava ao mesmo. Por entre mastros, vergas e velas recolhidas, muita gente em grandes bichas decididas a embarcar para visitar o Cuauhtemoc/México e o Simon Bolivar/Venezuela, entre outros, Polacos, Ingleses, Alemães e Holandeses. E Portugueses, evidentemente!

A longa bicha para embarcarMastros e vergas em descansoMarinheira polaca às voltas com um nó

Américo Vespúcio lembra a América?Lembranças de outros temposLegendas? Basta poisarem o cursor sobre as fotos.

Hoje, dia em que vão d'abalada lá estive à beira Tejo para os caçar com a objectiva (e alguma habilidade).

Creoula e Cauathemoc zarpando Atyla de Vanuatu, muito longe de casa Américo Vespúcio de saídaMais imagens "caçadas" mostrando outras perspectivas e outros olhares.

Mirones à caça de boas imagensPanorâmicaE subitamente TRAFALGARBoa ideia mal executadaFragata portuguesa de gema