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RIR É BEM MELHOR!!!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

A MENTE TAL COMO OS PÁRA-QUEDAS FUNCIONAM MELHOR QUANDO ABERTOS!

A PROPÓSITO...

A propósito desta notícia sobre sexo (e da sua abstinência) antes do casamento, apetece-me dizer coisas (mesmo sabendo do pouco ou nenhum interesse que têm). Os encontros íntimos sempre aconteceram antes do (que depois se designou como) casamento. Lembrar que reis e demais fidalgos, senhores da lavoura e donos de condados, padres, bispos e outros clérigos, tiveram filhos bastardos não é novidade. Mas isso já lá vai (??); toda esta lenga-lenga é só para sublinhar que o casamento é um contracto escrito, um produto moderno que nos termos e concepções actuais não terá mais do que 3 séculos (ou nem tanto, digo eu).

Continuando. No desejo de poder de alguns aliado à sua ganância, logo perceberam o quanto podiam ganhar com isso e, vai daí, proclamaram: se lhe queres saltar para cima tens que casar; e para casares tens que pagar um dote que eu (o tal algum) receberei em nome de Deus, (pois claro).

E é aqui que Deus toma parte no investimento mas numa situação de não executivo, porque na verdade nunca recebeu um tusto (outra desconfiança minha), das muitas contribuições que foram (e continuam sendo) pedidas em seu nome.

Ainda a ter em consideração o seguinte: essas ideias de se guardar para depois (não se sabendo quando nem se chegará a acontecer), é muito interessante (??) mas, tal como a fruta está sujeita à passagem do tempo, também a coisa pode murchar, pode enrrugar e criar bicho, e pode até ser comida por um estranho "en passant".

Eu, caso professasse nalguma fé seria mais pela grega, com Zeus (progenitor de outros deuses, filhos de diversas mães), e com a Afrodite que tanto convivia com os deuses no olimpo, como com os simples mortais que lhe caíssem no leito.

 

LIVROS E LEITURAS

Isto de aderir ao chamamento dos livros (mesmo que seja uma espécie de convite do Sôr Presidente) pode trazer surpresas a quem, como eu, às vezes tem a sorte de encontrar raridades como aconteceu na visita que fiz à feira do livro que neste último fim de semana aconteceu nos jardins do palácio de Belém e para o qual o Presidente Marcelo convidou toda a gente (que lá pôde e quis ir, evidentemente). Embora não seja muito de aderir a este tipo de eventos, fui! Passei pela segurança apertada dum detector de metais, subi a rampa empedrada de basalto e... vá de bisbilhotar as redondezas. Na feira propriamente dita onde somente estava como turista (sem pensar fazer quaisquer compras), eis que lobrigo um exemplar que por 5euros me dá poemas de Ary dos Santos com fotos de Nuno Calvet.

Fotos-graficas

Pois claro que o comprei! Só mesmo se não estivesse atento é que eu turista não passaria a eu visitante comprador deste exemplar (e cujo valor é certamente mais do que os 5€) para o juntar àquele outro que adquiri há tempos num alfarrabista em Lisboa e que pode ser lido aqui:

http://koktell.blogs.sapo.pt/27049.html

HISTÓRIAS DE GATOS

Quem está atento a estas coisas sabe que os animais inspiram os humanos a escreverem sobre eles, quer relatando factos reais, quer imaginando-os em fábulas de teor até filosófico (como escreveu o grego Esopo). 

Histórias com gatos dentro

Desde então muitos outros escreveram relatos reais, com mais ou menos floreados numa perspectiva de exortar os seus animais de estimação, dando-lhes atributos que não têm mas que provocam a admiração de amigos e conhecidos. Desde cavalos a cães, gatos, galinhas ou sapos, todos têm livros a eles dedicados.

E até há clubes, imagine-se!

É pelo gostar de gatos que acontece o Clube de Gatos do Sapo. Uma meia dúzia de bloguistas do sapo atirou-se à tarefa de escrever episódios sobre os seus animais de estimação e compilá-los em livro, aqui na imagem, cujo lançamento foi no passado Sábado dia 3 no Aqui há Gato em Lisboa e com a presença de alguns gatos e gatas, uma mula e um galo.

A MORTE e as PENAS.

Aos 44 anos morreu-me uma amiga, a Fátima! Adoeceu à pouco mais de dois meses (talvez muito antes mas sem que ela o tenha percebido), de que as últimas duas semanas foram muito difíceis sendo a 2ª (ao colapsarem todos os seus sentidos) se tornou numa dolorosa realidade para familiares e amigos. 

 a Fátima era assim

A 1ª vez que a vi (teria ela 16 ou 17 anos), foi ao balcão da pastelaria onde habitualmente eu tomava o 1º café da manhã e onde ela trabalhava; fomo-nos tornando amigos, amigos de café e do café, conversando sobre coisas da vida, das dificuldades que o ser mãe solteira lhe acarretavam...Quando nos morre um familiar sentimos uma dor não física mas ainda assim uma dor que o passar do tempo vai atenuando. Quando nos morre um amigo é a mesma coisa e, contudo, parece-nos ser diferente; é como nos faltar um apoio, algo a que dedicámos tempo e sentimentos que gratuitamente nos foram retribuídos; é bem verdade que não escolhemos a família nem os vizinhos, nem sequer quem amamos. Só escolhemos, de facto, os amigos! Em síntese: sentimo-nos incompletos sempre que um amigo nos falta! A minha amiga morreu no dia 5 de Agosto. Sei que, mesmo não sendo a mesma coisa, continuará viva enquanto for recordada apesar da tristeza da sua ausência e da sua saudade. Sendo a vida e a morte partes de um todo então direi que de morrer eu não tenho medo, mas tenho pena, muita pena!

NAMOROS DE VERÃO

Às vezes acontecem destas, depararmo-nos com crianças com atitudes de adolescentes, na descoberta de sentimentos e aplicando-se, algo ingenuamente, em trabalhos manuais, protegando-se na sombra que um qualquer edifício possa oferecer.

Namoros adolescentes, amores na penumbra

Não sei o que ele lhe disse nem o que ela respondeu e nem isso importa aqui. Sei é que por lá ficaram sempre protegidos pela sombra, alheios às tentativas infrutíferas do (sacana do) Sol, certamente invejoso.

DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA

O Dia Mundial da Fotografia comemora-se anualmente a 19 de agosto, cuja celebração tem origem na invenção do daguerreótipo, um processo fotográfico desenvolvido por Louis Daguerre em 1837.

Mais tarde, em janeiro de 1839, a Academia Francesa de Ciências anunciou a invenção do daguerreótipo e a 19 de agosto do mesmo ano o governo francês considerou a invenção de Daguerre como um presente "grátis para o mundo".

Outro processo fotográfico -o calótipo-, inventado também em 1839 por William Fox Talbot, fez com que o ano de 1839 fosse considerado o ano da invenção da fotografia.

Findo este momento (que fui arrebanhar via google), eis o meu contributo para esta efeméride (não sei porquê mas acho piada a esta palavra): a foto que fiz na estação fluvial na Trafaria enquanto esperava pelo barco que me devolveria a Belém!

Uma perspectiva diferente

E AS MEDALHAS?

Durante anos seguidos os atletas escolhidos pelas suas capacidades e dedicação preparam-se para serem os melhores dos melhores e com isso ganharem o direito de pendurem ao pescoço as medalhas que os glorificam de acordo com as capacidades demonstradas no decorrer dos jogos, os Olímpicos e não quaisquer outros. Por isso são, e bem, rotulados de campeões olímpicos de acordo com as modalidades onde demonstraram serem os melhores, a cada 4 anos diga-se! Os egos pessoais sobressaiem e sobrepõem-se, e bem, ajudando ao mural à moral dos seus compatriotas que sentem que também ganharam, mesmo que só pelo tempo gasto frente ao televisor assistindo em directo à vitória dele ou dela. E neste turbilhão de emoções, de vontades e de compromissos, onde o objectivo de cada atleta é ser mais rápido e ser o primeiro a chegar... aconteceu assim na 1ª eliminatória dos 5.000 metros:

A neozelandesa Nikki Hamblin ajudou Abbey D'Agostino dos EUA, a terminar a prova depois desta cair na pista de tartan completamente desamparada, depois de tropeçarem uma na outra.

«Quando caí, pensei: o que é que se está a passar, porque é que estou no chão?’. E, de repente tinha uma mão no meu ombro a dizer ‘levanta-te, temos de terminar isto

Estou tão agradecida por ela ter feito isto por mim. Quero dizer que esta rapariga mostra o que é o espírito olímpico "aqui mesmo”, contou, já no final da prova, recuperada das suas forças.

Estou tão impressionada e inspirada por ela ter feito isso. Não a conhecia. Isto não é fantástico?.

Esta foi uma verdadeira prova de que o espírito olímpico existe mesmo e as duas atletas merecem todos os aplausos possíveis». 

A concluir: ambas não se classificaram para a final dos 5.000 metros (num evidente desperdiçar de anos de preparação) e no entanto são merecedoras de serem medalhadas; mas isto é só a minha opinião, (opinião sem classificação segundo os parâmetros olímpicos).